O MANTO TUPINAMBÁ:
ENTRE O COLONIALISMO E A ARTE INDÍGENA CONTEMPORÂNEA
DOI:
https://doi.org/10.18223/hiscult.v14i2.4843Resumo
O artigo analisa a ressignificação do Manto Tupinambá na arte indígena contemporânea, enfatizando sua relevância cultural e histórica. A partir da obra de Glicéria Tupinambá, discute a recuperação de saberes ancestrais e a confecção de novos mantos como símbolo da luta pela demarcação de terras e preservação cultural. Examina a trajetória da peça, desde sua apropriação colonial até seu retorno ao Brasil, ressaltando suas implicações sociais e espirituais. A arte indígena contemporânea emerge como resistência política, desafiando narrativas hegemônicas. Além disso, destaca-se a conexão entre arte, preservação ambiental e luta territorial, reforçando a necessidade de reparações e reconhecimento dos direitos dos povos originários no Brasil atual.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Tamara Juriatti, Juliana Avila Pereira, Guilherme Susin Sirtoli

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os(as) autores(as) são os detentores dos direitos autorais dos artigos encaminhados à Revista História e Cultura e fica autorizado ao periódico a publicação do referido manuscrito. O trabalho permanece licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution CC BY 4.0, a qual permite o compartilhamento do material desde que a autoria seja devidamente atribuída e referenciada.