"Mas um dia afinal eu toparei comigo"
Leituras da Poética Mariodeandradiana no Tempo Presente
DOI:
https://doi.org/10.18223/hiscult.v14i2.5027Resumo
Este artigo propõe uma releitura da poesia de Mário de Andrade à luz de tendências acadêmicas e culturais do século XXI. No cenário dos novos estudos sobre o modernismo brasileiro, analisamos interpretações que destacam aspectos antes negligenciados na compreensão de Mário, particularmente sua racialidade e sexualidade. A partir do trabalho de Roland Bleiker (2009), questionamos a visão tradicional que enxerga o autor como um poeta apolítico, propondo, em vez disso, uma leitura que evidencie seu potencial engajamento com questões identitárias. Ao destacar essas dimensões antes negligenciadas, argumentamos que tais perspectivas não apenas renovam a compreensão de sua obra, mas também reforçam sua ressonância em discussões atuais.
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