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Mercado de Trabalho no Brasil

por Srta Gabrielly Santos Dias (2018-01-10)


No mercado de trabalho, existem diferentes relações, como a oferta e a demanda, que se caracteriza pelo número de opotunidade de trabalho oferecidos e o número de trabalhadores disponíveis para vender sua mão-de-obra, que muitas vezes é maior.

O mercado de trabalho é dividido em setores:

 

Setor Primário: onde se encontram as relações de trabalho, que estão diretamente relacionadas com as matérias-primas, como a agricultura, a pecuária e a extração de minerais e vegetais;

Setor Secundário: onde se encontram as relações de trabalho que se ocupam da alteração da matéria-prima, a construção de objetos utilizáveis, tais como indústrias e construção civil;

Setor terciário: onde estão as relações interpessoais, ou seja, existe uma incompatibilidade entre as pessoas, a prestação de serviços, no ramo de vendas, bancos, hospitais, escolas, ou seja, quando a forma de trabalhar é para as pessoas e não para os objetos como eixo principal do trabalho. É principalmente neste setor onde está a mão-de-obra intelectual.

Mesmo com a divisão do trabalho em três setores, existe uma inter-relação entre eles, ou seja, a matéria-prima extraída no sector primário é modificada e transformada em um objeto no setor secundário e, posteriormente comercializada no sector terciário.

 

Os trabalhadores classificam-se como População Economicamente Ativa (PEA), e estão distribuídos em destes setores laborais, e pertencem à economia de um país com o maior número de trabalhadores. Currículos, Cursos, Direitos e Deveres, Educação, Site Vagas, Empregos, Estágios e Trainees, Jovem Aprendiz e Concursos. Por exemplo, os países economicamente mais desenvolvidos tendem a ter a maioria de sua população economicamente ativa no setor terciário, já que os países com desenvolvimento econômico baixo (desenvolvidos) têm a maioria de sua população economicamente ativa no setor primário, os países em desenvolvimento (países emergentes) têm a maioria de sua população economicamente ativa no setor secundário, ou seja, há uma transição de indústrias relacionadas com a economia do país.

 

No mercado de trabalho há duas classificações do trabalho: o trabalho formal, em que há registro na carteira de trabalho, as contribuições para a segurança social, a legalidade do trabalho e o trabalho informal, que não está registrado, não há pagamento de contribuições para a segurança social, e tem crescido muito nos últimos tempos. O crescimento do trabalho informal tem sido prejudicial para a segurança pública, já que não há contribuição alguma para o pagamento de pensões, o que cria um défice económico nas contas públicas. Um dos principais fatores que levam a um aumento significativo do trabalho informal são as crises econômicas, que muitas vezes afetam o próprio negócio da população.

 

O desemprego é outra característica do mercado de trabalho, quando o número de vagas oferecidas é inferior ao número de pessoas que trabalham. O mesmo pode ocorrer de outras formas, como o desemprego estrutural e o desemprego de curta duração. O desemprego conjuntural é o associado à crise económica, onde há baixo crescimento econômico, tendo quedas na produção, vendas, ou mesmo, devido a problemas naturais, como secas e geadas, para interferir na produção do setor primário, causando desemprego da população que trabalha nos ramos. Outra forma de desemprego é o desemprego estrutural, ou chamado desemprego tecnológico, que ocorre como consequência da substituição do trabalho com máquinas, a entrada de robôs, tratores, equipamentos, são fatores que provocam o despedimento de trabalhadores que sejam substituídos por máquinas que não necessitam de compensação financeira para a sua produção.

 

O mercado de trabalho sofreu mudanças, principalmente em termos de contribuição tecnológica, a extinção de algumas profissões, o que provocou o desemprego estrutural. Por outro lado, há criações de novas profissões que exigem essas tecnologias, onde existem relações diretas com os meios tecnológicos, por exemplo, o profissional de Tecnologia da Informação (TI), que tem crescido muito nos últimos tempos. A expansão do uso de máquinas, principalmente as indústrias, gera uma diminuição da população que trabalha no setor secundário, no entanto, há um incremento no setor terciário. Esta tecnologia nos sectores de actividade, aumenta a necessidade de um maior conhecimento sobre a educação, uma melhor qualificação da mão-de-obra, onde possam exercer mais poder no mercado de trabalho.